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janeiro 09, 2006
Comboio da ponte e MST, custam caro ao Estado.
A concessão á Fertagus da travessia ferroviaria do tejo foi «um projecto idealizado para ser auto-suficiente, do ponto de vista financeiro (custo zero para o Estado)»
Contudo, a empresa privada salvaguardou compensações indemnizatórias no caso de o fluxo de passageiros ficar abaixo do estipulçado no contrato inicial. Esta cláusula acabaria por custar 55 milhões de euros ao cofre do Estado, devido ao facto de o «tráfego real registado nada ter a ver com as expectativas (sobre) optimistas», refere o estudo do tribunal divulgado no dia 12 de Dezembro.
A concessão do Metro Sul do Tejo (MST) os encargos públicos serão ainda mais elevados. Provalvelmente esta concessão (do MST) podem ultrapassar os 300 milhoes de euros.
Publicado por PR às janeiro 9, 2006 09:00 PM
Comentários
E depois vem o inteligente do actual Ministro das Finanças afirmar a falta de sustentabilidade do actual regime geral de Segurança Social, quando um gestor do tipo dele esvaziou os fundos existentes para equilibrar as contas do Estado desequilibradas
com estes maus negócios. Obrigado Paulo pelas palavras deixadas no meu blog. São estes estímulos que me fazem pôr de parte qualquer ideia de algum dia desistir. Com um grande abraço do Raul
Publicado por: rajodoas
em janeiro 10, 2006 06:45 PM
Paulo;
Nós já começamos ( eu pelo menos ) a ficar enjoados com as diatribes destes melros. A raiva é surda e cada vez mais cega. Até quando?
Um @bração do
Zecatelhado
Publicado por: zecatelhado
em janeiro 11, 2006 02:41 PM
Ainda estou para ver um negócio que seja bom para o Estado!
Sem dinheiro não se fazem bons negócios e com um Estado teso que nem um carapau, o que esperar?
Publicado por: canzoada
em janeiro 11, 2006 11:19 PM